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Autoconsumo remoto: você sabe o que é?

Atualizado: 29 de jul. de 2022

Essa é uma dúvida comum entre os futuros consumidores de energia solar fotovoltaica. Além de poder gerar sua própria energia, com a Resolução Normativa 687 da ANEEL em 2015, é possível entrar na modalidade de geração compartilhada chamada de Autoconsumo Remoto.


Com ela, tanto microgeradores quanto minigeradores podem utilizar o excedente de energia injetado na rede para mais de um imóvel, desde que a conta de luz seja da mesma titularidade.

Se tudo isso ainda é muito novo para você, continue com a gente.



Um panorama sobre a realidade da energia solar no Brasil


Nos últimos anos, a adesão a sistemas de geração de energia aumentou em 30% no mundo inteiro durante o ano de 2022, segundo a agência Agência Internacional de Energia (IEA).


Quando observamos este cenário no Brasil, a entrada de novos geradores de energia foi ainda mais significativa.


De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR), em 2015 a potência instalada era de 42 MW para geração distribuída e centralizada.


Em 2022, passou a marca de 16,4 GW, representando 8,1% da matriz energética do país.

Com a abertura do mercado e a regulamentação, tanto com a Normativa 687 da ANEEL quanto o Marco Legal 14.300/22, contribuíram na expansão e aquisição de sistemas fotovoltaicos do pequeno ao grande investidor.


E o autoconsumo remoto é uma possibilidade a mais para consumidores interessados em investir em sustentabilidade.



Autoconsumo remoto: o que é e como funciona


Como falamos adiante, autoconsumo remoto é um tipo de energia entre as unidades consumidoras. A condição é que todos os imóveis estejam conectados na mesma concessionária e com a mesma titularidade.


Neste caso, tanto a pessoa física quanto a jurídica têm a possibilidade de transferir a energia excedente para outros imóveis.


Vamos a um exemplo prático:

  • Você possui um apartamento no centro da cidade e um depósito em outro bairro;

  • Neste depósito, você decidiu investir em energia solar, portanto, instalou um sistema fotovoltaico no telhado

  • Considerando que ambos estão vinculados ao(à) mesmo(a) proprietário(a) e conectados à mesma distribuidora de energia;

  • A energia excedente pode ser enviada na forma de créditos do barração para o apartamento.

  • Em outras palavras, a geração de energia ocorre no barracão e os créditos são enviados para o apartamento.


Esse tipo de compartilhamento de créditos é mais um exemplo das possibilidades de investimento em energia solar e mostra como gerar sua própria energia é vantajoso.


Contudo, é importante ressaltarmos alguns pontos sobre o autoconsumo remoto para você, que ficou interessado nessa modalidade, descubra se está apto a investir em mais de uma unidade.



Como saberei se posso ingressar no autoconsumo remoto?


Chegamos a um ponto muito importante sobre essa modalidade de investimento solar. Fique atento, consumidor, e nos acompanhe nesse passo a passo:

  1. Entre em contato com o nosso time de consultoria para verificar a viabilidade do projeto fotovoltaico;

  2. Com sua fatura em mãos, vamos simular uma usina solar e contabilizar o consumo das unidades que participarão desta modalidade, podendo ser mais de um imóvel;

  3. Caso as titularidades dos imóveis estejam todas vinculadas a um mesmo CPF ou CNPJ, daremos a continuidade no projeto;

  4. Se as titularidades forem diferentes, é necessário transferir as unidades para um mesmo proprietário, mas é um procedimento simples.


E você, pensando em investir em energia solar mas não sabe como? Fale com o nosso time de consultoria fotovoltaica e tire suas dúvidas com quem realmente entende do assunto.


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